Diabetes e Exercício

Como fazer para assegurar que uma criança com diabetes possa participar das aulas de educação física sem correr riscos? Essa é uma das tantas dúvidas que tiram o sono de muitos pais no momento em que seus filhos começam a freqüentar a escola.

O segredo, contudo, é não fazer tempestade em copo d’água e começar por garantir que a criança participe desse tipo de atividade, da qual ela só deve ser dispensada na semana em tiver sido diagnosticada ou se estiver apresentando forte instabilidade glicêmica ou hipoglicemias freqüentes.

O segundo passo é negociar Column Wedding Dresses com a criança e seus orientadores a escolha de exercícios que possam conduzir mais facilmente às adaptações necessárias entre esforços, medicamentos, alimentação e controle glicêmico.

São desaconselhados esportes praticados solitariamente ou aqueles que dificultem a correção de uma eventual hipoglicemia.

Finalmente, é indispensável que o professor de educação física esteja a par da condição da criança, do risco de ocorrerem hipoglicemias e do que fazer para lidar com toda a situação. Com esses cuidados será possível à criança desenvolver atividades físicas com tranqüilidade e garantir Empire Wedding Dresses um instrumento incontestável de desenvolvimento físico e emocional e de integração social.

 exercícios e diabetesPara afastar riscos, devem ser feitos testes de glicemia capilar antes, durante (se duração maior que 45 minutos) e depois de qualquer atividade e prever uma complementação de carboidratos de absorção rápida, logo após a prática esportiva.

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É sempre recomendado que se evite qualquer esforço quando houver indicações de que o organismo está com falta de insulina, como em casos de glicosúria (glicose na urina), com cetonúria (presença de corpos cetônicos na urina).

Para evitar o risco de glicemia é preciso ter em mente que o exercício não leva à diminuição na quantidade de insulina que foi aplicada e que continuará a agir no organismo. Conseqüentemente, será necessário que se promovam algumas adaptações na constância e dimensionamento das doses, o que deve ser feito com orientação médica.

Mas, como exemplo, pode-se dizer que, em geral, é melhor adotar o esquema de múltiplas injeções ultra-rápidas ou bomba, reduzindo-se a dose de insulina na refeição anterior à atividade física e que em relação à insulina basal, de 24 horas de ação, a dose deve ser reduzida na aplicação posterior à prática do exercício.

Quando a atividade física não tiver sido previamente programada, é possível evitar uma hipoglicemia por intermédio da ingestão de carboidratos, com 15 a 30 g no início do exercício e depois de cada 30 a 45 minutos.

É preciso, também, estar atento para o fato de que a hipoglicemia ocorre mais freqüentemente após o fim do exercício e não durante a sua realização. A solução é programar-se para ingerir carboidratos se isso acontecer.

Como as respostas variam de pessoa para pessoa, só há uma forma de se conhecer as reações da criança: fazer a automonitorização. Portanto, o estudante deve carregar consigo sempre o glicosímetro, além do cartão de identificação de diabetes e carboidrato para eventuais necessidades.

Fonte: Revista Viva Melhor – Publicação da Aventis Pharma Ltda.
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