Especialistas diferenciam adoçantes e indicam o melhor para cada caso

Bem Estar dá dicas para você substituir o açúcar.
Veja propriedades de sucralose, stévia, aspartame, sacarina e fenilalanina.

Do G1, em São Paulo

Especialistas diferenciam adoçantes e indicam o melhor para cada casoNa hora de adoçar o café, chá ou suco, você prefere açúcar ou adoçante? A maioria das pessoas sente diferença no paladar entre os dois, mas a boa notícia é que no mercado há vários tipos de adoçantes, que podem baixar as calorias da sua dieta e ajudar você a emagrecer ou manter o peso.

No estúdio, o endocrinologista Alfredo Halpern e a nutricionista Elaine Moreira diferenciaram adoçantes como sucralose (originária da cana-de-açúcar), stévia (vinda de uma planta), aspartame, sacarina (à base de petróleo) e fenilalanina. A Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres(Abiad) tem uma calculadora que avalia o limite máximo de consumo pordia de cada adoçante (aspartame, acessulfame, sacarina, ciclamato de sódio, sucralose e stévia), de acordo com o peso corporal da pessoa.

Os adoçantes nasceram para adoamargo e não amargoçar a vida de quem não podia consumir açúcar, como os pacientes diabéticos. Com o tempo, o produto foi introduzido na alimentação de quem quer manter o peso ou reduzi-lo. Segundo a nutricionista Elaine Moreira, uma colher de chá de açúcar tem cerca de 100 kcal, enquanto um sachê de adoçante tem 20 kcal. Já uma taça de gelatina normal tem 67 kcal, enquanto a diet tem apenas 5 kcal. Além disso, uma porção de achocolatado normal tem 80 kcal, contra 37 do diet; e uma porção de geleia tem 70 kcal, contra 25 kcal da diet.

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Ao longo de um ano, essa diferença pode ser vista na balança: até 5 kg a mais.

O aspartame é o único tipo de adoçante que não pode ir ao forno, explicou a nutricionista. Isso porque ele é uma proteína que perde suas propriedades quando aquecido. Segundo a especialista, mulheres grávidas também devem evitar adoçantes à base de sacarina. E, para quem quer consumir zero caloria, a dica são os adoçantes líquidos.

O Ministério da Saúde indica o uso de adoçantes como parte do tratamento em diabéticos, em pessoas com excesso de peso ou que precisem controlar o ganho de peso. Nesses e em outros casos, porém, o uso diário excessivo ou sem recomendação pode trazer prejuízos à saúde. Por isso, o ministério recomenda sempre o consumo de alimentos in natura.

tipos de adoçantes

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Sucralose, stévia, aspartame e sacarina são diferentes tipos de adoçantes (Fotos: Luna D’Alama/G1)

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